Microempreendedor individual com ou sem dependentes. Acesso a planos empresariais com valores diferenciados.
Planos coletivos para sócios, dependentes e colaboradores. Gestão simplificada e custos otimizados.
Médicos, advogados, engenheiros, arquitetos e outros autônomos. Soluções individuais ou via entidades de classe.
Microempreendedor individual com ou sem dependentes. Acesso a planos empresariais com valores diferenciados.
Planos coletivos para sócios, dependentes e colaboradores. Gestão simplificada e custos otimizados.
Médicos, advogados, engenheiros, arquitetos e outros autônomos. Soluções individuais ou via entidades de classe.

Saúde Digital e Preventiva

Tradição e Ampla Rede

Cobertura Nacional

Alto padrão e Reembolso

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Atendimento Diferenciado

Rede Credenciada Extensa

Segmento Premium
Perfil, objetivos e orçamento.
Hospitais e laboratórios relevantes.
2 a 4 opções com prós e limites.
Documentação e assinatura.
Suporte e revisão anual.
Perfil, objetivos e orçamento.
Hospitais e laboratórios relevantes.
2 a 4 opções com prós e limites.
Documentação e assinatura.
Suporte e revisão anual.
Sim, o MEI pode contratar plano empresarial, mesmo sendo uma empresa de uma única pessoa.
Na prática, isso permite acesso a condições diferentes dos planos individuais, com possibilidade de incluir dependentes e, em muitos casos, melhor custo-benefício.
Cada operadora tem regras específicas, por isso a análise é importante para escolher a opção mais adequada.
Depende da operadora e do tipo de plano.
De forma geral, consultas e exames simples costumam ter carência reduzida, podendo variar de poucos dias até cerca de 30 dias.
Já exames mais complexos e procedimentos podem ter prazos maiores.
Em alguns casos, é possível reduzir ou até zerar carências, especialmente quando há aproveitamento de plano anterior.
Por isso, a análise considera também esse ponto antes da contratação.
Sim, é possível incluir dependentes como cônjuge, filhos e, em alguns casos, outros familiares, dependendo das regras da operadora.
Nos planos empresariais, essa inclusão costuma ser mais flexível.
A composição do grupo influencia no tipo de plano e nas condições, por isso é avaliada na análise inicial.
Coparticipação é quando você paga um valor adicional ao utilizar o plano, além da mensalidade.
Funciona assim: ao realizar consultas, exames ou procedimentos, há uma cobrança parcial por uso.
Em troca, a mensalidade tende a ser mais baixa.
Nem todos os planos têm coparticipação, e esse é um dos pontos analisados para equilibrar custo e previsibilidade.
O reajuste acontece no aniversário do contrato/apólice, conforme as regras de cada modalidade.
Nos planos empresariais de até 29 vidas, o reajuste normalmente é em carteira, ou seja, aplicado de forma igual para grupos semelhantes da mesma operadora.
Nos contratos com 30 vidas ou mais, o reajuste costuma considerar a sinistralidade, que é a relação entre utilização do plano e valor pago pelo grupo. Em geral, quanto maior o uso, maior pode ser o reajuste.
Nos contratos por adesão, é importante observar o índice aplicado à categoria, pois são contratos coletivos em andamento e podem ter reajustes em datas diferentes, não necessariamente após 12 meses da entrada individual.
Por isso, ao escolher um plano de saúde, o ideal não é analisar apenas o preço inicial, mas também a previsibilidade e sustentabilidade ao longo do tempo.
Sim, o MEI pode contratar plano empresarial, mesmo sendo uma empresa de uma única pessoa.
Na prática, isso permite acesso a condições diferentes dos planos individuais, com possibilidade de incluir dependentes e, em muitos casos, melhor custo-benefício.
Cada operadora tem regras específicas, por isso a análise é importante para escolher a opção mais adequada.
Depende da operadora e do tipo de plano.
De forma geral, consultas e exames simples costumam ter carência reduzida, podendo variar de poucos dias até cerca de 30 dias.
Já exames mais complexos e procedimentos podem ter prazos maiores.
Em alguns casos, é possível reduzir ou até zerar carências, especialmente quando há aproveitamento de plano anterior.
Por isso, a análise considera também esse ponto antes da contratação.
Sim, é possível incluir dependentes como cônjuge, filhos e, em alguns casos, outros familiares, dependendo das regras da operadora.
Nos planos empresariais, essa inclusão costuma ser mais flexível.
A composição do grupo influencia no tipo de plano e nas condições, por isso é avaliada na análise inicial.
Coparticipação é quando você paga um valor adicional ao utilizar o plano, além da mensalidade.
Funciona assim: ao realizar consultas, exames ou procedimentos, há uma cobrança parcial por uso.
Em troca, a mensalidade tende a ser mais baixa.
Nem todos os planos têm coparticipação, e esse é um dos pontos analisados para equilibrar custo e previsibilidade.
O reajuste acontece no aniversário do contrato/apólice, conforme as regras de cada modalidade.
Nos planos empresariais de até 29 vidas, o reajuste normalmente é em carteira, ou seja, aplicado de forma igual para grupos semelhantes da mesma operadora.
Nos contratos com 30 vidas ou mais, o reajuste costuma considerar a sinistralidade, que é a relação entre utilização do plano e valor pago pelo grupo. Em geral, quanto maior o uso, maior pode ser o reajuste.
Nos contratos por adesão, é importante observar o índice aplicado à categoria, pois são contratos coletivos em andamento e podem ter reajustes em datas diferentes, não necessariamente após 12 meses da entrada individual.
Por isso, ao escolher um plano de saúde, o ideal não é analisar apenas o preço inicial, mas também a previsibilidade e sustentabilidade ao longo do tempo.
